sexta-feira, 16 de setembro de 2011

PROFESSOR: O FUTURO ESTÁ EM NOSSAS MÃOS

Os professores estão ha três anos lutando por um direito que na verdade já é lei, e que, inclusive já se esgotou prazo de aplicação. O que será que esta acontecendo?

Ajudem-nos a ver onde está o impasse, participe a contribua na melhoria da educação de seu filho.
Professores que lutam, formam cidadãos conscientes e críticos. Será que é esse o medo de alguns???...

sexta-feira, 25 de março de 2011


23 de março de 2011-

Sob pressão dos ruralistas, Parque Nacional do Iguaçu está ameaçado




Um informativo da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep) anuncia a diminuição de 10 km para 1.200 metros da zona de amortecimento do Parque Nacional do Iguaçu, ainda neste mês, por meio de uma portaria do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade.

Com isso, os ruralistas teriam permissão para plantar milho transgênico nas Unidades de Conservação, depenndendo ainda de parecer favorável do Conselho do Parque Nacional do Iguaçu (Conparni) e assinatura da presidenta Dilma Rousseff.

O Parque Nacional do Iguaçu, localizado na região oeste do Paraná, é uma unidade de conservação de proteção integral na qual as atividades desenvolvidas têm de respeitar seu plano de manejo. O parque foi considerado Patrimônio da Humanidade pela Unesco.

A unidade de conservação possui plano de manejo aprovado, no qual foi fixada a zona de amortecimento num raio de 10 km nas áreas circundantes ao parque.
Nesse plano de manejo, fica proibido o cultivo de transgênicos em sua zona de amortecimento, o que torna ilegal a utilização de organismos geneticamente modificados no entorno do Parque Nacional.

A proibição do plantio de organismos geneticamente modificados garante a preservação da fauna, flora, ecossistemas, e também das comunidades locais que têm seus modos de viver e fazer associados à conservação e melhoramento da agrobiodiversidade e da biodiversidade.

Contudo, apesar de se ter uma área de 10 km de preservação ambiental, estudos técnicos oficiais desenvolvidos pela Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Paraná comprovaram que essa margem é insuficiente para evitar tal contaminação.

Com a possibilidade de diminuição da área de proteção, agricultores localizados no entorno do Parque Nacional do Iguaçu e organizações da sociedade civil, como a Via Campesina, exigem a imediata paralisação do processo de edição da portaria.

Mais de 50 entidades enviaram carta ao presidente do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, Rômulo José Fernandes Barreto Mello, contra a diminuiação da área de proteção do parque. (clique aqui para ler o documento)

Histórico

Mesmo sabendo que na zona de amortecimento do Parque Iguaçu é proibido o plantio de transgênicos, a empresa transnacional Syngenta Seeds realizou experimentos ilegais com sementes no Entorno do Parque Nacional do Iguaçu, em Santa Tereza do Oeste,

A irregularidade foi comprovado pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), que encontrou transgênicos a 6 km do parque.

O instituto realizou uma vistoria em 18 propriedades ao redor do parque e constatou a ilegalidade praticada pela Empresa Syngenta, ou seja, o plantio de mais de 12 hectares de milho e soja transgênicos. Na época, empresa admitiu o crime durante o processo.
Em 2006, organizações de direitos humanos e movimentos sociais denunciaram a Syngenta ao Ibama.

A transnacional recebeu uma multa ambiental no valor de R$ 1.000.000, 00 (um milhão de reais) pela ilegalidade cometida, mais ainda não efetuou o pagamento.

No mesmo ano havia rumores de que a Syngenta retomaria os experimentos com organismos geneticamente modificados, o que motivou os trabalhadores rurais da Via Campesina a ocuparem a estação experimental.

No dia 21 de outubro de 2007, 30 homens fortemente armados e com uniformes da empresa contratada para fazer a segurança da Fazenda da Estação Experimental da transnacional Syngenta Seeds invadiram a área e atiraram contra os trabalhadores.

O ataque resultou na morte do militante do MST Valmir Mota de Oliveira, o “Keno”, e deixou a trabalhadora rural Isabel do Nascimento de Souza com graves sequelas.

(fonte A.E.S.P.I.)

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

PROJETO BONECO DE LATA









CONFECÇÃO BONECA DE LATA


PROFESSORA DENISE COM ALUNOS DA CLASSE ESPECIAL


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ESCOLA MUNICIPAL PRESIDENTE COSTA E SILVA. EDUCAÇÃO INFANTIL E ENSINO FUNDAMENTAL






PROJETO
BONECO DE LATA






PROFESSORA: DENISE REGINA DA MORAIS RITTER
CLASSE ESPECIAL TURMA ¨A¨
ANO LETIVO DE 2011



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JUSTIFICATIVA:

Este projeto foi pensado devido a necessidade de se resgatar as músicas infantis, também de se despertar a consciência de preservação do meio ambiente através de reciclagem de materiais, de forma lúdica e agradável, sendo estes latas de diferentes tipos, para a confecção de brinquedos. Ele foi aplicado nos alunos da Classe Especial, da Escola Municipal Presidente Costa e Silva.


OBJETIVO GERAL:

Oportunizar as crianças, o desenvolvimento da criatividade, do trabalho em grupo e da consciência de preservação ambiental.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS:

Despertar a consciência de preservação ambiental;
Diminuir o consumo exagerado, através de conversação da verdadeira necessidade de consumo de alguns produtos industrializados;
Desenvolver a criatividade, o raciocínio e o trabalho em grupo.

CONTEÚDOS

Português:

-leitura;
- interpretação oral e escrita;



-linguagem oral

Matemática:

-ordem e sequência numérica;
-formas geométricas;
-lateralidade;
-noção espacial;
-ordem crescente e decrescente dos números.

Arte

-coordenação motora;
-teatro (confecção dos bonecos);
-pintura com tinta guache;
-desenho;
-música;
-dança.

Ciências

-higiene do ambiente e das latas;
-cuidado com o meio ambiente;
-reciclagem;
-saúde;
-partes do corpo.

METODOLOGIA:



Início com a apresentação da música:

MEU BONECO DE LATA
Meu boneco de lata bateu a cabeça no chão...
levou quase uma hora pra fazer a arrumação
Desamassa aqui, pra ficar boa...
Meu boneco de lata bateu o ombro no chão...Levou mais de duas horas pra fazer a arrumação
Desamassa aqui, desamassa ali,
Desamassa aqui, desamassa ali pra ficar boa...
Meu boneco de lata bateu o outro ombro no chão...
levou mais de três horas pra fazer a arrumação
Desamassa aqui, desamassa ali
Desamassa aqui, desamassa ali
Desamassa aqui, desamassa ali pra ficar bom...

-Cantar a música várias vezes, usando variações( substituindo a fala por gestos indicando o que o boneco bateu no chão).
-Passar a música no quadro para as crianças copiarem.
- Fazer a ilustração do poema no caderno.
-Roda de conversa sobre os alimentos industrializados, o que é bom e o que é ruím na idutrialização, a reciclagem e a preservação do meio ambiente.

- Interpretação oral e escrita da música.

Português

1- De quem fala a música?
2- De quem é o boneco de lata segundo a música?




3- quais foram as partes do corpo do boneco que amassaram?
4- Por que o boneco se amassou?
5- Dê um nome para o seu boneco de lata:

Matemática

Colorir um boneco de liga pontos (em anexo) e fazer as atividades referentes:
1- Que figura formou?
2-Quantas letras tem a palavra BONECO?
3- Quais números aparecem no liga pontos?
4- Qual é a ordem das partes do corpo do bonecoque bateram no chão?

-Com várias tipos de latas trazidas pelos alunos de casa, montar os bonecos, pintar com tinta guache e expor no saguão da escola para os demais alunos da escola observarem.
-Pedir aos alunos que façam as fases de desenvolvimento do projeto, registrar através de desenho e expor juntamente com os bonecos ( em anexo ).

RECURSOS UTILIZADOS

-papel;
-lápis de cor;
-tinta guache;
-pincel;
-lápis;


-pincel atômico.

AVALIAÇÃO

Deve ser de forma contínua, observando o interesse, a participação das crianças e o envolvimento de cada um na execução do projeto.